domingo, 30 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
ADULT@S MAIORES*
Maior foi a energia com que se organizaram.
Maior foi a fé que colocaram na vossa primeira saída de campo deste ano.
Maiores são aquel@s que nos receberam e que vos mostraram a memória daquilo que vocês serão.
Gostaria de ver mais crónicas da vossa actividade. Não uma mera descrição, mas o que sentiram, o que vos tocou, o que vos incomodou. Ou, que portas se abriram? Que projectos poderão germinar a partir dali?
Quero agradecer a todas as mães e irmãs (não tenho informações sobre pais) a grande colaboração dada; a confecção daquelas maravilhas adoçaram sorrisos de cumplicidade (ai as dentadinhas, caso os dentes...), e a "ponte" terrestre até à Santa Casa de Castro Marim funcionou muito bem.
Quero também partilhar com o Profº Gavinhos o sucesso da iniciativa. Pela colaboração, pelo incentivo, pela disponibilidade e pelo táxi.
Adultos maiores: termo usado pelos espanhóis para designar os mais Velhos.
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10 de Dezembro 07,
Acção social,
Castro Marim
domingo, 16 de dezembro de 2007
DEEJAY NUNO DOURADO - Discoteca
DEEJAY NUNO DOURADO @ Discoteca Cais ao Rio (Vila Real de Santo António) - Sábado, 22 de Dezembro!
Apresentação & Oferta do NOVO CD!
Efeitos Pirotécnicos, VJ BLACK Vídeo Show, Plasmas, etc!

Estão todos convidados!
WWW.NUNODOURADO.COM
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DEEJAY NUNO DOURADO - Discoteca
sábado, 15 de dezembro de 2007
Porque A festa marcoU
Olá a todos!
Porque a turma em conjunto decidiu ir fazer uma "Festa" a um público alvo os IDOSOS..visto que o ano passado no 10ºano fizemos ás crianças desta vez mudamos...mas também porque queríamos ganhar experiência com outro grupo. Então avançamos com a ideia, e acabamos por realizar a festa no Lar e Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, no dia 10 de Janeiro de 2007, não sei ao certo quantos eram os idosos sei que eram muitos, mas como já a Inês referido no outro post, apesar de serem muitos estão muito bem tratados graças ao pessoal de assistência que para alem de fazer um EXCELENTE trabalho todos os dias são muito simpáticos, receberam-nos
muito bem, mostrando as instalações, quartos, a cozinha, o cabeleireiro, a sala de estar, a sala das refeições , a enfermaria, o quarto com duas camas quando a pessoa já esta em estado fatal.
Depois desta pequena visita as instalações procedemos á mini improvisação para todo o pessoal do Centro incluindo empregados, depois deste pequeno Teatrinho fizemos um bailarico á maneira onde todo o pessoal se divertir, claro que haviam idosos que não podiam dançar visto que estavam assim com algumas dorzitas que não o permitiam, mas também Feliz Natal a todos comam muitos bolinhos e muitos muitos chocolates é só uma vez no ano =D
E claro entrem com o pé direito no ano 2008 e não se esqueçam da cueca AZUL xD
BeijaOoOo a todoS! ^
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
FestarOlaaa de Natal
Olá a todos.
Para matar a curiosidade vim aqui deixar mais um “post” no nosso querido fantástico.
Concerteza que todos sabem o que se passou …
Sim, a nossa turma este ano decidio trabalhar com um publico alvo mais difícil, Idosos!
No inicio a ideia era realmente experimentar a trabalhar com os idosos, pois a experiência do ano anterior com as crianças foi realmente única e adorável, pelo menos falo por mim.
Avançando então com a ideia dos idosos, fomos realizar a festa no Lar e Centro de
Dia da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, no dia 10 de Janeiro de 2007 onde nos deparamos com cerca de 60 idosos ou mais, já não sei ao certo o numero de quantos lá permanecem os seus dias… Ao menos são bem tratados o que é o mais importante!
De facto a festa correu bem, a interacção com eles não foi a 100%, pois alguns não se podiam levantar outros estavam em cadeiras de rodas, um cenário um pouco triste mas connosco o ambiente tornou-se agradável, tanto que uma senhora até se disponibilizou para nos cantar umas tradicionais canções do seu tempo.

Com a pequena improvisação que fizemos para eles prosseguimos com um “mini baile” em que ai sim, interagimos com eles e dançamos todos juntos.
Com isto o tempo foi passando e a hora do lanche chegou, levamos alguns bolinhos tradicionais para matar a saudade, e que só por acaso até estavam muito bons. Depois do lanche concluímos a nossa tarde no lar de Castro Marim e regressamos a escola.
Devo dizer que para mim foi uma experiência diferente, acho que deu para perceber que não são apenas as crianças que merecem carinho mas sim todos estes idosos tal como os outros que passam os dias nos lares e que alguns deles que nem os familiares lhes vão visitar, são como um objectos esquecidos, o que me custou muito. Devo também referir que ao principio não estava muito entusiasmada nem muito interessada mas ao fazer este trabalho percebi que todos nos chegamos a velhos e ai é que vamos sentir o que é!
É tudo.
Desejo a todos um feliz natal e um bom ano novo.
Para matar a curiosidade vim aqui deixar mais um “post” no nosso querido fantástico.
Concerteza que todos sabem o que se passou …
Sim, a nossa turma este ano decidio trabalhar com um publico alvo mais difícil, Idosos!
No inicio a ideia era realmente experimentar a trabalhar com os idosos, pois a experiência do ano anterior com as crianças foi realmente única e adorável, pelo menos falo por mim.
Avançando então com a ideia dos idosos, fomos realizar a festa no Lar e Centro de

Dia da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, no dia 10 de Janeiro de 2007 onde nos deparamos com cerca de 60 idosos ou mais, já não sei ao certo o numero de quantos lá permanecem os seus dias… Ao menos são bem tratados o que é o mais importante!
De facto a festa correu bem, a interacção com eles não foi a 100%, pois alguns não se podiam levantar outros estavam em cadeiras de rodas, um cenário um pouco triste mas connosco o ambiente tornou-se agradável, tanto que uma senhora até se disponibilizou para nos cantar umas tradicionais canções do seu tempo.

Com a pequena improvisação que fizemos para eles prosseguimos com um “mini baile” em que ai sim, interagimos com eles e dançamos todos juntos.
Com isto o tempo foi passando e a hora do lanche chegou, levamos alguns bolinhos tradicionais para matar a saudade, e que só por acaso até estavam muito bons. Depois do lanche concluímos a nossa tarde no lar de Castro Marim e regressamos a escola.
Devo dizer que para mim foi uma experiência diferente, acho que deu para perceber que não são apenas as crianças que merecem carinho mas sim todos estes idosos tal como os outros que passam os dias nos lares e que alguns deles que nem os familiares lhes vão visitar, são como um objectos esquecidos, o que me custou muito. Devo também referir que ao principio não estava muito entusiasmada nem muito interessada mas ao fazer este trabalho percebi que todos nos chegamos a velhos e ai é que vamos sentir o que é!
É tudo.
Desejo a todos um feliz natal e um bom ano novo.
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inês'Maria
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
FanTASticas no seu melhor
no Lar e Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim,
organizada e preparada no âmbito da disciplina de TEC pela profª Teresa Coutinho,
parece que foi um êxito.
À entrada pareciam todas muito bem dispostas...
Ficamos à espera de relatos mais completos!
Parece que da poesia à dança, aconteceu de tudo um pouco!
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
CAIS AO RIO 15 DEZEMBRO ::: MISS ESCOLA 2007
CAIS AO RIO 15 DEZEMBRO ::: MISS ESCOLA 2007

Apareçam! ! ! Venham se divertir =D
******
@
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CAIS AO RIO 15 DEZEMBRO ::: MISS ESCOLA 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
A mesma achO que voU fazer!! =D
*ParabénS InêsMaria*
Que sejas muitO feliZ maluca
E curte este dia aO maximO
é teu e naO de maiS ninguem
17 aninhOsSs =)
Coisa fofinha de mim..
Adoro.te =)
TOPAS??
PARABÉNS A VOCÊ
nesta data querida....
Nem acredito que sou o primeiro :)
Vou bater o record de comentários porque toda a gente há-de querer juntar-se a mim nos
PARABÉNS
e
votos de muitas felicidades para a
INÊS
Todos teremos que ajudar... ela já não consegue apagar sozinha tantas velinhas
ehehehehehe 17
Nem acredito que sou o primeiro :)
Vou bater o record de comentários porque toda a gente há-de querer juntar-se a mim nos
PARABÉNS
e
votos de muitas felicidades para a
INÊS
Todos teremos que ajudar... ela já não consegue apagar sozinha tantas velinhas
ehehehehehe 17
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Vrsa Em dezembro
Festas & EspectáculoS
Dia 20
Concerto de Natal da Banda Filarmonica de V.R.S.A.
Local/Hora. Igreja Paroquial 19h00
Dia 29 a 31
Passagem de Ano:
Local: Monte Gordo
Dia 29 22h00 Xutos e Pontapés
Dia 30 00h00 Yves Larock
Dj autor do tema "Rise up"
Dia 31 22h00 - 23h45 Alquimia
00h00 - Fogo de Artificio
00h15 - Só para contrariar
Dia 30 Festa das Crianças Emigrantes
Local: Centro Cultural António Aleixo
Org: Cruz vermelha Portuguesa - Núcleo de Vrsa
Dia 20
Concerto de Natal da Banda Filarmonica de V.R.S.A.
Local/Hora. Igreja Paroquial 19h00
Dia 29 a 31
Passagem de Ano:
Local: Monte Gordo
Dia 29 22h00 Xutos e Pontapés
Dia 30 00h00 Yves Larock
Dj autor do tema "Rise up"
Dia 31 22h00 - 23h45 Alquimia
00h00 - Fogo de Artificio
00h15 - Só para contrariar
Dia 30 Festa das Crianças Emigrantes
Local: Centro Cultural António Aleixo
Org: Cruz vermelha Portuguesa - Núcleo de Vrsa
Venha passar o seu Dezembro em Vila real de Santo Antonio!!!
sábado, 1 de dezembro de 2007
Banco Alimentar Contra a Fome
Como todos nós sabemos, hoje decorreu nos supermercados Lidl, Intermarche, Mini preço e Plus a campanha do Banco Alimentar Contra a Fome...
A nossa turma foi informada sobre o acontecimento e quem pode/quis (neste caso fomos 11), fez então de voluntário nesta campanha.
O meu grupo (Anita, Ana Teresa, Débora, Isabel, Tatiana e Vânia) fez o horário do meio dia às 15h...
Foi-nos pedido que estivessemos lá 10 minutos antes da hora marcada, e assim foi, às 11h e 50 min. estávamos todas lá. Apercebemo-nos logo que tinha corrido muito bem ao grupo anterior, pois estava a ser feita a recolha dos sacos para a carrinha...começámos então o trabalho, distribuindo-nos por cada 3 portas...e em menos de uma hora já tinhamos um carrinho cheio! Os alimentos pedidos eram: Bolachas, massas, cereais, grãos/feijões, óleo, azeite, conservas, enlatados...
Havia pessoas que davam dinheiro e nós iamos comprar os alimentos necessários dentro do preço que nos era dado (claro). No fim do nosso turno tinhamos então por volta de 5 carrinhos cheios.
Eu compreendia quando certas pessoas diziam que não pudiam ajudar, mas confesso que reagia um bocado mal quando via que outras nem se interessavam em ouvir-nos e ajudar...na minha opinião, não custa nada ajudar, nem que fosse com um pacote de bolachas ou massa que não passavam dos 0,50cent., mas prontu, há que saber respeitar a opinião das outras pessoas.
E também notei que as pessoas com menos possibilidades têem mais gosto em contribuir.
As minhas conclusões:
- Por vezes quem tem menos possibilidades é quem dá;
- Os ingleses são muito solidários;
- Há pessoas que reagem mal a estas campanhas.
...Adorei fazer de voluntariado nesta campanha, fiquei contente por termos conseguido arranjar tantos alimentos...é muito gratificante este tipo de "actividades"!
Não me importava de participar em mais iniciativas destas, pelo contrario, participava com todo o gosto! :)
A nossa turma foi informada sobre o acontecimento e quem pode/quis (neste caso fomos 11), fez então de voluntário nesta campanha.
O meu grupo (Anita, Ana Teresa, Débora, Isabel, Tatiana e Vânia) fez o horário do meio dia às 15h...
Foi-nos pedido que estivessemos lá 10 minutos antes da hora marcada, e assim foi, às 11h e 50 min. estávamos todas lá. Apercebemo-nos logo que tinha corrido muito bem ao grupo anterior, pois estava a ser feita a recolha dos sacos para a carrinha...começámos então o trabalho, distribuindo-nos por cada 3 portas...e em menos de uma hora já tinhamos um carrinho cheio! Os alimentos pedidos eram: Bolachas, massas, cereais, grãos/feijões, óleo, azeite, conservas, enlatados...
Havia pessoas que davam dinheiro e nós iamos comprar os alimentos necessários dentro do preço que nos era dado (claro). No fim do nosso turno tinhamos então por volta de 5 carrinhos cheios.
Eu compreendia quando certas pessoas diziam que não pudiam ajudar, mas confesso que reagia um bocado mal quando via que outras nem se interessavam em ouvir-nos e ajudar...na minha opinião, não custa nada ajudar, nem que fosse com um pacote de bolachas ou massa que não passavam dos 0,50cent., mas prontu, há que saber respeitar a opinião das outras pessoas.
E também notei que as pessoas com menos possibilidades têem mais gosto em contribuir.
As minhas conclusões:
- Por vezes quem tem menos possibilidades é quem dá;
- Os ingleses são muito solidários;
- Há pessoas que reagem mal a estas campanhas.
...Adorei fazer de voluntariado nesta campanha, fiquei contente por termos conseguido arranjar tantos alimentos...é muito gratificante este tipo de "actividades"!
Não me importava de participar em mais iniciativas destas, pelo contrario, participava com todo o gosto! :)
Beijinhos***
O Último livro que acabei de ler! :)
O último livro que acabei de ler foi “Grades Ocultas”.

Para mim um livro é “o mundo”, é “descoberta”, “conhecimento” e “sabedoria”, mas o livro é como um amigo ou um companheiro, mas este amigo entra dentro de quem o lê para divertir, cultivar, ou alegrar nas horas tristes e de solidão. Mas também ás vezes penso que pode ser “um barco” ou “um avião” e quase sempre leva-nos a uma viagem. Mas sem duvida alguma é a forma de nos levar para os mundos belos e por vezes tristes e ao mesmo tempo um mundo fascinante.
É importante Contar
Calar não é esquecer. Pode-se adiar a denúncia, mas não apagá-la da memória. Hameeda Lakho, uma paquistanesa que vive na Holanda desde os quatro anos de idade revolta entre palavras uma privada e exposta vingança. Maltratada pelo pai, separada da mãe, proibida de manter qualquer ligação às suas raízes, vive em casa uma verdadeira prisão. Sem amor, sem piedade, o pai trata-a como o mesmo desprezo com que se trata uma criada. A retirada aos treze anos acalma a dor física mas não a emocional. O vazio mantém-se, apenas a maternidade altera a sua forma de lidar com a dor. Agora já não quer esconder, quer contar. Amando as filhas não entende a falta de amor dos pais. Este livro grita a injustiça, aclara-se uma esperança de reencontro, mas acima de tudo conta o caminho de sobrevivência de uma mulher.
«Grades Ocultas» é uma forma de vingança ou uma exigência de justiça?
Este livro é uma arma de vingança, mas também se pode dizer que é uma procura de justiça. Tentando alertar e informar o Ocidente sobre o que se passa, não apenas por Hameeda Lakho, mas porque existem muitas outras raparigas como ela e como as suas irmãs. Nem todas terão um pai violento, mas muitas vivem o isolamento e o golpe de raízes. Mesmo no estrangeiro, por detrás dessa ruptura, sobrevivem as correntes emocionais.
A sua integração é activamente destruída pela rejeição paterna de uma educação ocidental que poderia garantir-lhes uma firme formação e uma vida social livre. A tradição patriarcal determina as suas vidas até à idade adulta e qualquer tentativa de fuga implica o ser-se expulso para sempre da comunidade.
Por isso, só em adulta Hameeda Lakho atreveu-se a enfrentar tudo o que tinha perdido e tudo o que tinha sofrido em criança.
Débora Cavaco
11ºano – Acção Social
Para mim um livro é “o mundo”, é “descoberta”, “conhecimento” e “sabedoria”, mas o livro é como um amigo ou um companheiro, mas este amigo entra dentro de quem o lê para divertir, cultivar, ou alegrar nas horas tristes e de solidão. Mas também ás vezes penso que pode ser “um barco” ou “um avião” e quase sempre leva-nos a uma viagem. Mas sem duvida alguma é a forma de nos levar para os mundos belos e por vezes tristes e ao mesmo tempo um mundo fascinante.
É importante Contar
Calar não é esquecer. Pode-se adiar a denúncia, mas não apagá-la da memória. Hameeda Lakho, uma paquistanesa que vive na Holanda desde os quatro anos de idade revolta entre palavras uma privada e exposta vingança. Maltratada pelo pai, separada da mãe, proibida de manter qualquer ligação às suas raízes, vive em casa uma verdadeira prisão. Sem amor, sem piedade, o pai trata-a como o mesmo desprezo com que se trata uma criada. A retirada aos treze anos acalma a dor física mas não a emocional. O vazio mantém-se, apenas a maternidade altera a sua forma de lidar com a dor. Agora já não quer esconder, quer contar. Amando as filhas não entende a falta de amor dos pais. Este livro grita a injustiça, aclara-se uma esperança de reencontro, mas acima de tudo conta o caminho de sobrevivência de uma mulher.
«Grades Ocultas» é uma forma de vingança ou uma exigência de justiça?
Este livro é uma arma de vingança, mas também se pode dizer que é uma procura de justiça. Tentando alertar e informar o Ocidente sobre o que se passa, não apenas por Hameeda Lakho, mas porque existem muitas outras raparigas como ela e como as suas irmãs. Nem todas terão um pai violento, mas muitas vivem o isolamento e o golpe de raízes. Mesmo no estrangeiro, por detrás dessa ruptura, sobrevivem as correntes emocionais.
A sua integração é activamente destruída pela rejeição paterna de uma educação ocidental que poderia garantir-lhes uma firme formação e uma vida social livre. A tradição patriarcal determina as suas vidas até à idade adulta e qualquer tentativa de fuga implica o ser-se expulso para sempre da comunidade.
Por isso, só em adulta Hameeda Lakho atreveu-se a enfrentar tudo o que tinha perdido e tudo o que tinha sofrido em criança.
Débora Cavaco
11ºano – Acção Social
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